Bula do remédio Vincristin


Vincristin

Bula do remédio Vincristin. Classe terapêutica dos Antineoplásicos. Princípios AtivosVincristina.

Indicação

Para que serve?

Indicado em combinação com outros agentes quimioterápicos e corticosteróides no tratamento de leucemia linfocítica aguda. Faz parte dos regimes para o tratamento da doença de Hodgkin e linfomas não Hodgkin, para o tratamento do adenocarcinoma de mama, do carcinoma de pequenas células do pulmão, tumor de Wilms, rabdomiossarcoma, neuroblastoma e sarcoma de Ewing.

Contraindicações

Quando não devo usar?

Não deve ser administrado em pacientes com formas desmielinizante da síndrome de Charcot-Marie-Tooth. Vincristin é contra-indicado em pacientes alérgicos ao sulfato de vincristina ou algum componente da formulação. – Advertências: esta preparação é somente para uso intravenoso. Deve ser administrada com base nas experiências individuais com a administração de Vincristin. A administração intratecal resulta geralmente em morte. As seringas contendo este produto devem conter o rótulo Advertência – somente para uso intravenoso. Seringas preparadas de forma extemporânea contendo este produto devem ser embaladas em uma capa com o rótulo fatal caso administrado por via intratecal. Somente para uso intravenoso. Paralisia ascendente e morte após administração intratecal inadvertida de vincristina não foi evitada pelo tratamento que incluiu remoção imediata do fluido espinhal e lavagem com solução de Ringer lactato, bem como com outras soluções. Em um caso, a paralisia progressiva em um adulto foi controlada pelo tratamento descrito a seguir, iniciado imediatamente após a injeção intratecal: remover de maneira segura a maior quantidade possível de fluido espinhal através do acesso lombar; o espaço subaracnóide foi lavado com solução de Ringer lactato por infusão contínua através de um cateter em um ventrículo cerebral lateral com um fluxo de 150 ml/h. O fluido foi removido através de um acesso lombar; logo que o plasma congelado ficou disponível, 25 ml do mesmo foi diluído em 1 l de solução de Ringer lactato, foi infundido através de um cateter ventricular cerebral com fluxo de 75 ml/h com remoção através do acesso lombar. O fluxo da infusão foi ajustado para manter um nível protéico de 150 mg/dl no fluido espinhal; 10 g de ácido glutâmico foram administradas por via intravenosa por 24 horas, seguido por 500 mg 3 vezes ao dia por via oral durante 1 mês ou até que a função neurológica estivesse estabilizada. Gravidez: como muitos citostáticos, a vincristina pode ter efeitos adversos ou teratogênicos sobre o feto. Não há estudos adequados e bem controlados na gravidez. Caso esta droga seja usada durante a gravidez ou se a paciente engravidar enquanto estiver recebendo esta droga, ela deve ser informada sobre o risco potencial para o feto. Mulheres com capacidade de engravidar devem ser avisadas para não fazê-lo. Os benefícios devem ser cuidadosamente pesados contra o potencial de riscos ao se usar o Vincristin ou outros agentes quimioterápicos contra o câncer em pacientes na idade reprodutiva e em mulheres grávidas. Carcinogênese, mutagênese e prejuízo da fertilidade: testes laboratoriais tanto in vivo como in vitro tem demonstrado de forma conclusiva a mutagenicidade deste produto. A fertilidade após o tratamento isolado com Vincristin em doenças malignas não foi estudado no homem. Relatórios clínicos de pacientes do sexo masculino e feminino que receberam quimioterapia com agentes múltiplos incluindo Vincristin indicam que pode ocorrer azoospermia e amenorréia em pacientes após a puberdade. Em alguns pacientes a recuperação ocorreu muitos meses após o término do tratamento, porém não em todos. Quando o mesmo tratamento for administrado a pacientes antes da puberdade, a azoospermia e amenorréia permanente são muito menos prováveis. Pacientes que receberam quimioterapia com Vincristin em combinação com drogas anticâncer conhecidas por serem carcinogênicas desenvolveram doenças malignas secundárias. A contribuição do Vincristin neste desenvolvimento não foi determinada.

Posologia

Como usar?

Esta preparação é somente para uso intravenoso. Deve-se tomar extremo cuidado ao se calcular a dose e administrar Vincristin visto que a superdosagem pode ser uma conseqüência grave ou fatal. Adultos: a dose usual de Vincristin é 1,4 mg/m2 por semana em administração intravenosa. A dose máxima de Vincristin é 2,0 mg por semana. Em adultos doses superiores a 2,0 mg por semana estão associadas com toxicidades significativamente maiores sem nenhum aumento significativo na atividade antitumoral. Crianças: a dose usual de Vincristin para crianças é 2 mg/m2. Para crianças pesando 10 kg ou menos, a dose inicial deve ser de 0,05 mg/kg, administrado uma vez por semana. Deve-se considerar a modificação de dose em pacientes com disfunção hepática, devido ao metabolismo hepático e à eliminação biliar de Vincristin. Recomenda-se uma redução de 50% na dose de Vincristin em pacientes com valores de bilirrubina sérica acima de 3 mg/100 ml. Vincristin deve ser diluído com os 10 ml do diluente fornecido. A solução resultante contém 0,1 mg de sulfato de vincristina por ml de solução reconstituída. Vincristin deve ser administrado através de uma agulha ou cateter intravenoso intacto de fluxo livre. Deve-se tomar cuidado para que não ocorra extravasamento ou edema durante a administração. A solução pode ser injetada diretamente na veia ou no equipo de infusão intravenosa. A injeção de Vincristin deve ser realizada dentro de 1 minuto. Vincristin pode também ser diluído em solução salina ou em água estéril para injeção em concentrações variando de 0,01 mg/ml a 1,0 mg/ml. Vincristin é altamente vesicante, isto é, produz bolhas. É extremamente importante que a agulha ou cateter estejam propriamente posicionados na veia. Se ocorrer extravasamento aos tecidos adjacentes, a injeção deve ser interrompida imediatamente e a dose restante deverá ser introduzida em outra veia. A injeção local de hialuronidase, a elevação do membro e a aplicação de calor podem ajudar a dispensar a droga mais facilmente. Se ocorrer perda de pele ou necrose tecidual, a área afetada pode ser tratada como queimadura de extensão e profundidade semelhantes. Vincristin não deve ser administrado a pacientes que estiverem recebendo radioterapia em áreas que incluam o fígado. Nota: informação especial de administração: quando Vincristin for dispensado a partir de outro recipiente que não o original, por exemplo, uma seringa contendo uma dose específica, é imperativo que esta seja embalada e que contenha um rótulo com os seguintes dizeres: Não remova a embalagem até o momento da injeção. Fatal caso administrado por via intratecal. Somente para uso intravenoso. As drogas parenterais devem ser inspecionadas visualmente antes da administração com relação a materiais particulares e descoloração. Devem ser considerados os procedimentos quanto à manipulação e descarte das drogas anticâncer. Já foram publicados vários guias sobre este assunto; porém, não há um acordo geral de que todos os procedimentos recomendados nesses guias sejam necessários ou apropriados. Superdosagem: efeitos colaterais após a administração de Vincristin estão relacionados com a dose. Em crianças abaixo de 13 anos, tem ocorrido morte após doses de Vincristin que foram 10 vezes aquela recomendada para a terapia. Podem ocorrer sintomas graves neste grupo de pacientes após doses de 3 a 4 mg/m3. Adultos podem esperar sintomas graves após doses únicas de 3 mg/m3 ou mais. Portanto após administração de doses mais altas que aquelas recomendadas, os pacientes podem esperar por efeitos colaterais exagerados. Após uma superdosagem os cuidados de suporte devem incluir: prevenção das complicações da secreção inapropriada do hormônio antidiurético incluindo a restrição de líquidos e a possível administração de um diurético que afete a função da alça de Henle e o túbulo distal; prevenção de convulsões através da administração de anticonvulsivantes; prevenção de constipação através da administração de enemas ou catárticos e pela descompressão do trato gastrintestinal, se necessário; monitorização do sistema cardiovascular; monitorização cuidadosa da contagem sangüínea periférica para determinar possíveis necessidades de transfusão; medidas apropriadas para prevenir infecções. O ácido folínico (cálcio leucovorin) na dose de 15 mg por via intravenosa cada 3 horas por 24 horas e a cada 6 horas por um período adicional de 48 horas, tem sido reportado por ter efeitos protetores em casos de superdosagem no homem. Esta proteção não elimina a necessidade das medidas de suporte listadas acima. Tem sido reportado que 500 mg de ácido glutâmico concomitantemente administrado de forma oral diminui a neurotoxicidade associada à vincristina. A maioria de uma dose intravenosa de Vincristin é eliminada na bile após rápida ligação aos tecidos. A hemodiálise não é provavelmente útil na superdosagem, uma vez que somente pequenas quantidades de droga aparecem no material dialisado. Um aumento na severidade dos efeitos colaterais pode ocorrer nos pacientes com doença hepática, que é suficientemente grave para diminuir a eliminação biliar. O aumento da eliminação fecal de vincristina administrada de forma parenteral tem sido demonstrado em cachorros pré-tratados com colestiramina. Não há dados clínicos publicados sobre o uso da colestiramina como antídoto no homem. Não há dados publicados sobre as conseqüências da ingestão oral de vincristina. Ocorrendo ingestão oral, o estômago deve ser evacuado. A evacuação deve ser seguida por administração oral de carvão ativado e de um catártico.

Efeitos Colaterais

Quais os males que pode me causar?

Antes do uso de Vincristin, os pacientes e/ou seus pais/tutores devem ser avisados da possibilidade da ocorrência de reações adversas. Em geral as reações adversas estão relacionadas à dose e são reversíveis. A reação adversa mais comum é a queda de cabelo; as reações adversas mais desagradáveis são de origem neuromuscular. Quando usado de forma isolada, são empregadas doses semanais da droga e ocorrem reações adversas de leucopenia, dor neurítica e constipação porém são geralmente de curta duração (isto é menos de 7 dias). Quando a dosagem é reduzida, estas reações podem diminuir ou desaparecer. A severidade de tais reações parece aumentar quando a quantidade calculada da droga é administrada em doses divididas. Outras reações adversas, tais como, perda de cabelo, perda sensorial, parestesia, dificuldade em caminhar, marcha claudicante, perda de reflexos dos tendões profundos, fadiga muscular, podem persistir por pelo menos tanto tempo quanto a terapia continuar. A disfunção sensomotora generalizada pode tornar-se, de maneira progressiva, mais severa com a continuação do tratamento. Embora a maioria destes sintomas geralmente desapareçam cerca de 6 semanas após a descontinuação do tratamento, algumas dificuldades neuromusculares podem persistir por períodos prolongados em alguns pacientes. A volta do crescimento dos cabelos pode ocorrer enquanto a terapia de manutenção continuar. Foram reportadas as seguintes reações adversas. Hematológicas: a mielodepressão é geralmente mínima. A contagem de leucócitos atinge o nadir cerca de 4 dias após a administração de uma dose única de Vincristin e a recuperação se inicia no quinto dia. Vincristin não parece exercer qualquer efeito constante ou significativo sobre as plaquetas ou hemácias. A depressão da medula óssea geralmente não constitui um evento limitante da dose de grande importância. No entanto, foram reportadas anemia, leucopenia e trombocitopenia. A presença de trombocitopenia quando iniciada a terapia com Vincristin pode, na realidade, melhorar antes do aparecimento da remissão medular. Neurológicas: os efeitos colaterais no sistema nervoso estão entre as reações adversas mais freqüentes e muitas vezes são as toxicidades limitantes de Vincristin. Freqüentemente, há uma seqüência para o desenvolvimento de efeitos colaterais neuromusculares. Inicialmente podem ser encontrados somente comprometimento sensorial e parestesia. Com o tratamento continuado, podem ocorrer dor neurítica e mais tarde dificuldades motoras. Não houve relatos de qualquer agente que possa reverter as manifestações neuromusculares que possam acompanhar a terapia com Vincristin. Perda dos reflexos dos tendões profundos, paralisia dos extensores das mãos e pés, ataxia e paralisia foram reportados com a administração continuada. Podem ocorrer manifestações dos nervos cranianos, incluindo paralisia isolada e/ou paralisia de músculos controlados pelos nervos motores cranianos na ausência de porções motoras comprometidas; os músculos extra-oculares e laríngeos são os mais comumente envolvidos. Dores, às vezes severas, têm sido reportadas no maxilar, faringe, glândulas parótidas, ossos, costas, membros e músculos. Convulsões, freqüentemente com hipertensão, têm sido reportadas em alguns pacientes recebendo Vincristin. Foram reportados vários exemplos de convulsões em crianças seguido por coma. Cegueira cortical transitória e atrofia óptica com cegueira e surdez neurológica parcialmente reversível têm sido reportadas. Gastrintestinais: constipação, cólicas abdominais, perda de peso, anorexia, náuseas, vômitos, ulceração oral, diarréia, íleo paralítico, necrose e/ou perfuração intestinal tem ocorrido. A constipação pode ocorrer pela impactação de fezes no colo superior, portanto, no exame físico o reto pode estar vazio. Dores abdominais em cólicas que ocorram juntamente com um reto vazio podem ser mal interpretadas e uma radiografia do abdômen pode ser útil para demonstrar esta condição, que é responsiva a laxantes e/ou enemas altos. Estes efeitos são mais marcantes em pacientes idosos, e as formas mais severas podem resultar na obstrução do intestino a qual pode necessitar de descompressão cirúrgica. Recomenda-se um regime profilático de rotina contra a constipação para todos os pacientes recebendo Vincristin. Pode ocorrer íleo paralítico (o qual simula o abdômen cirúrgico), particularmente em crianças. O íleo se auto-reverterá com a descontinuação temporária de Vincristin e de tratamento sintomático. Dermatológicas: a alopecia é comum, embora geralmente leve, e a volta do crescimento do cabelo pode ser esperada na maioria dos pacientes. Erupção cutânea tem sido reportada. Hipersensibilidade: raros casos de reações do tipo alérgica, incluindo erupção cutânea, edema e anafilaxia, que estão temporariamente relacionadas à terapia com vincristina foram reportadas em pacientes recebendo vincristina como parte de regimes quimioterápicos com múltiplas drogas. Pulmonares: ver Precauções. Endócrinas: síndrome atribuída a secreção inapropriada do hormônio antidiurético tem sido observada em raras ocasiões nos pacientes tratados com Vincristin. Esta síndrome é caracterizada pela alta excreção de sódio urinário na presença de hiponatremia. Doença renal ou adrenal, hipotensão, desidratação, azotemia e edema clínico estão ausentes. Com a perda de líquidos, ocorre a melhoria na hiponatremia e na perda renal de sódio. Geniturinário: têm ocorrido poliúria, disúria e retenção urinária devido atonia da bexiga. Outras drogas conhecidas por causar retenção urinária (particularmente em idosos) deveriam, se possível, ser descontinuadas nos primeiros dias após a administração de Vincristin. Cardiovascular: hipertensão e hipotensão têm ocorrido. Combinações quimioterápicas que tenham incluído sulfato de vincristina, quando administrado a pacientes previamente tratados com radiação mediastinal, têm sido associadas com doença arterial coronariana e infarto do miocárdio. A causa não foi estabelecida. Outros: febre e cefaléia têm sido reportadas. Hepatotoxicidade severa tem sido reportada com Vincristin usado em combinação com dactinomicina em pacientes com tumor de Wilms.

Advertências e Precauções

O que devo saber antes de usar?

Devido a sua rápida e impressionante ação em certos tumores sensíveis, Vincristin pode causar nefropatia aguda por elevação sérica do ácido úrico em pacientes com grandes massas tumorais, tais como, pacientes com leucemia linfoblástica aguda e contagem de leucócitos notavelmente elevada. Se for diagnosticada uma leucemia do sistema nervoso central ou carcinomatose, o uso adicional de outros agentes quimioterápicos ou radioterapia devem ser considerados, uma vez que o Vincristin parece não cruzar a barreira hematoencefálica em quantidades adequadas. Na presença de leucopenia ou infecção, a administração de Vincristin provavelmente deve ser adiada, a menos que na opinião do médico, os benefícios da administração sobrepujem os riscos. Em virtude da toxicidade clínica dose limitante manifestar-se como neurotoxicidade, é necessário a avaliação clínica (por exemplo, histórico, exame físico) para detectar-se a necessidade de modificação de dose. Deve ser dada uma particular atenção com relação à dose e aos efeitos colaterais neurológicos caso Vincristin seja administrado a pacientes com doença neuromuscular preexistente e quando outras drogas com potencial neurotóxico também estiverem sendo usadas. Falta de ar aguda e grave broncospasmo têm sido reportados após administração de alcalóides da vinca. Estas reações têm sido encontradas mais freqüentemente quando o alcalóide da vinca tenha sido usado em combinação com mitomicina C. Estas reações podem necessitar de um tratamento agressivo, em particular quando houver disfunção pulmonar preexistente. O início destas reações podem ocorrer dentro de minutos a várias horas após a injeção do alcalóide da vinca e pode ocorrer até 2 semanas após a dose de mitomicina. Dispnéia progressiva necessitando de terapia crônica pode ocorrer. Vincristin não deve ser readministrado. Deve-se usar de cautela para evitar a contaminação dos olhos com as concentrações de Vincristin usadas clinicamente. Caso ocorra contaminação acidental, esta pode resultar em irritação grave (ou se a droga foi liberada sob pressão, ulceração córnea). O olho deve ser lavado completa e imediatamente. Exames laboratoriais: após administração de Vincristin, alguns indivíduos podem ter uma diminuição da contagem de leucócitos ou de plaquetas, em particular quando terapia prévia ou a própria doença tenham reduzido a função medular. Portanto, deve ser realizado um hemograma completo antes da administração de cada dose. Elevação aguda do ácido úrico no soro também pode ocorrer durante a redução induzida da leucemia aguda, portanto, tais níveis devem ser freqüentemente determinados durante as primeiras 3 ou 4 semanas de tratamento e/ou adotadas medidas apropriadas para prevenir a nefropatia pelo ácido úrico. O laboratório que realiza estes exames deve ser consultado com relação à sua faixa de valores normais. – Interação medicamentosa: a administração oral ou intravenosa simultânea de fenitoína e combinações quimioterápicas de antineoplásicos que incluam sulfato de vincristina tem sido reportada por reduzir os níveis sangüíneos de anticonvulsivantes e por aumentar a atividade da doença. O ajuste da dose deve ser baseado na monitorização do nível sangüíneo sérico. A contribuição do sulfato de vincristina para esta interação não está esclarecida. A interação pode resultar da absorção reduzida da fenitoína e um aumento do seu índice de metabolismo e eliminação. A administração concomitante de nefedipina e vincristina tem sido reportada pelo aumento marcante da meia-vida e da área sob a curva de concentração-tempo da vincristina. Não foram observados efeitos adversos. A significância clínica desta interação não é conhecida. Quando for usado em combinação com l-asparaginase, Vincristin deve ser administrado 12 a 24 horas antes da administração de l-asparaginase de modo a minimizar a toxicidade; a administração de l-asparaginase antes do Vincristin pode reduzir o clearance hepático deste último. Reportou-se hepatotoxicidade grave com Vincristin quando usado em combinação com dictinomicina em pacientes com tumor de Wilms. Lactação: não se tem conhecimento se a vincristina é excretada no leite humano. Devido muitas drogas serem excretadas no leite humano e devido ao potencial para reações adversas graves em lactentes devido à vincristina, deve-se tomar a decisão de descontinuar a amamentação ou a droga.

Composição

Frasco-ampola contendo 1 mg de sulfato devincristina em pó.

Apresentação

Embalagem com 1 frasco-ampola de 1 mg, acompanhado de 1 ampola com 10 ml de diluente.

Laboratório

Bristol-Myers Squibb Pharma EEIG

– SAC: 0800 727 6160